Frases do mês

 

O mês de agosto termina repleto de frases de efeito. Algumas interessantes e importantes, outras flertando com a insanidade. Vamos à algumas delas...

• "Universidade deveria, na verdade, ser para poucos, nesse sentido de ser útil à sociedade". - Milton Ribeiro, ministro da Educação – Em entrevista a TV Brasil

• "Crianças com deficiência são de impossível convivência". 
- Milton Ribeiro, na mesma entrevista a TV Brasil, o ministro afirmou que quando um aluno com deficiência é incluído em salas comuns, ele não aprende e ainda atrapalha os outros.

• “Qual o problema agora que a energia vai ficar um pouco mais cara...?"
- Paulo Guedes, ministro da Economia ao comentar mais um aumento da tarifa energética.

• "Não teve aumento de nada no meu governo". 
- Jair Bolsonaro, no cercadinho em frente ao Palácio da Alvorada, aos apoiadores. 

• "Tem todo mundo que comprar fuzil, pô. Povo armado jamais será escravizado. Eu sei que custa caro. Aí vem um idiota: Ah, tem que comprar feijão...". 
- Jair Bolsonaro, em frente ao Palácio da Alvorada.


• "Causaram um dano de imagem muito grande". 
- Ricardo Barros, líder do governo Bolsonaro na Câmara dos Deputados, ao comentar sobre as investigações realizadas no âmbito da CPI da Covid.

• "
No meu estado (Amazonas), o caboclo é sábio, muito sábio. E aquele cara que morre pela boca é chamado de tucunaré. Devagar com o andor, porque o santo é de barro. Não dê uma de tucunaré aqui, deputado (Barros), por favor. Com todo o respeito que nós estamos tendo pelo senhor, o senhor respeite a Comissão Parlamentar de Inquérito. Nós não criamos versões, não, são fatos!...
- Omar Aziz, presidente da CPI da Covid, em resposta ao líder do governo.

• "Estar preso, ser morto ou a vitória"
- Jair Bolsonaro, comentando que três alternativas no futuro, durante o 1º Encontro Fraternal de Líderes Evangélicos de Goiás.

 •"Não fomos ao Afeganistão para formar uma nação."                                -  Joe Biden, presidente dos EUA, usou essa frase como uma das justificativas para retirar as tropas americanas do Afeganistão num momento em que o país estava ainda longe de consolidar um regime democrático e continuava sob ameaça de retorno do Talibã.


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